Reciclagem de xilol: a Biodina leva o tema ao 35º Congresso Brasileiro de Patologia

por | ago 7, 2026 | Eventos, Reciclagem de Solventes | 1 Comentário

O xilol está em praticamente toda rotina de anatomia patológica. Ele diafaniza o tecido, participa da montagem da lâmina e, sem ele, boa parte da histologia como conhecemos hoje simplesmente não funcionaria. Mas esse solvente cobra um preço que vai muito além do valor pago na compra.

Ele custa em risco ambiental, em dinheiro e na saúde de quem manuseia o laboratório todos os dias.

É esse o tema que a Biodina leva ao 35º Congresso Brasileiro de Patologia e 28º Congresso Brasileiro de Citopatologia, que reúne a comunidade de patologia da América do Sul em Salvador, de 12 a 15 de agosto de 2026.

Um solvente com três frentes de impacto

O uso do xilol em laboratório não é uma questão isolada de bancada. Ele atravessa três frentes que raramente são discutidas juntas: o impacto ecológico do descarte, o custo financeiro real de comprar e descartar o solvente continuamente, e a segurança de quem trabalha exposto a ele todos os dias. A Biodina acredita que entender essas três frentes de forma integrada é o primeiro passo para qualquer laboratório tomar decisões melhores sobre o próprio fluxo de trabalho.

O que a regulamentação já exige

O xilol é classificado como resíduo do Grupo B pela Resolução nº 358/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que enquadra substâncias químicas com risco à saúde pública ou ao meio ambiente conforme sua inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Sua contaminação é persistente e bioacumulativa, o que significa que o descarte inadequado não é um problema que se resolve sozinho com o tempo.

No campo da saúde ocupacional, a NR-15 estabelece os limites de tolerância para exposição ao xileno no Brasil. O Anexo 13 caracteriza a insalubridade pela simples exposição habitual a hidrocarbonetos, independentemente de medição quantitativa, e o Anexo 11 exige avaliação ambiental específica para vapores como xileno, tolueno e benzeno. Ou seja, a exposição rotineira ao xilol já é, por si só, uma questão regulatória que o laboratório precisa gerenciar.

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O que a literatura mostra sobre quem manuseia o xilol

Um estudo conduzido com técnicos de laboratórios de citologia e anatomia patológica em Pernambuco, publicado na Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, encontrou que 80% dos profissionais entrevistados notaram mudanças na própria saúde após anos de exposição ao xilol. Ainda assim, apenas uma pequena parte fazia acompanhamento regular por meio da dosagem de ácido metilipúrico na urina, exame que monitora a presença de xilol no organismo. É exatamente esse tipo de lacuna, entre o risco real e o acompanhamento efetivo, que a palestra do congresso pretende colocar em discussão.

A palestra: reciclagem de xilol em pauta em Salvador

Durante o congresso, a Biodina promove a palestra “Reciclagem de xilol: seus impactos ecológicos, financeiros e a segurança dos colaboradores”, com Viviane Ribeiro.

Viviane Ribeiro é biomédica e especialista em histotécnica, com mais de 8 anos de atuação em ambientes hospitalares de alta complexidade. Atua como analista no laboratório de anatomia patológica do Grupo Amil, com foco em ensaios de imuno-histoquímica e controle de qualidade em microscopia. Construiu boa parte da carreira no Hospital Israelita Albert Einstein, onde atuou em microtomia, processamento de tecidos e suporte técnico à patologia digital e à biologia molecular. É bacharel em Biomedicina pela Universidade Cidade de São Paulo, com formação técnica pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.

Data e horário: 14 de agosto, às 9h20

A proposta da palestra é conectar os três pontos que normalmente são tratados separadamente pelo laboratório: o que a legislação ambiental exige no descarte, quanto a rotina de compra e descarte de xilol custa de fato ao longo do tempo, e como a exposição contínua afeta a equipe técnica.

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A resposta tecnológica que a Biodina leva ao evento

Ao lado da conversa, a Biodina apresenta a tecnologia que traduz esse debate em prática de bancada: o PathTrue, sistema de reciclagem de solventes da CBG Biotech. O equipamento recicla xilol, álcool e acetona por destilação fracionada, recuperando o solvente com pureza próxima da original. Na prática, isso significa reduzir a compra recorrente de solvente novo, reduzir o volume de resíduo que precisa de descarte especializado e reduzir a frequência com que a equipe manuseia e transporta esse tipo de produto químico.

É uma solução que atende simultaneamente às três frentes discutidas na palestra: menos resíduo descartado no meio ambiente, menos gasto contínuo com compra e descarte, e menos exposição da equipe técnica ao produto.

Encontre a Biodina em Salvador

Com mais de 50 anos de atuação no mercado brasileiro de equipamentos médico-hospitalares e laboratoriais, a Biodina participa do 35º Congresso Brasileiro de Patologia trazendo não apenas equipamentos, mas também as discussões técnicas que ajudam o laboratório brasileiro a tomar decisões mais seguras e mais sustentáveis.

Visite o estande da Biodina durante o evento e converse com nossos especialistas sobre reciclagem de solventes na sua rotina.

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📍 Para mais informações sobre o equipamento:  https://biodina.com.br/produtos/cbg-biotech/reciclador-de-alcool-e-xilol-path-true

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1 Comentário

  1. Thais

    Considero este o equipamento mais interessante da Biodina!
    Muito legal a preocupação com o meio ambiente.

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